Feito pela comunidade. Para a comunidade.
O Gaydar existe porque todas as outras opções estavam a ir pelo caminho errado: anúncios a abafar a experiência, segurança tratada como pormenor e nenhuma confiança real de que a pessoa do outro lado é quem diz ser. Achámos que a comunidade merecia melhor, e sabíamos que esse melhor tinha de vir de dentro.
Homens, mulheres, homens trans, mulheres trans, pessoas não binárias, de género fluido. Uma só grelha. Visibilidade mútua desde a base.
Registo verificado por telemóvel, selfies verificadas, mensagens encriptadas e bloqueios ilimitados, em todas as contas.
Empresa privada, detida e gerida por pessoas LGBTQ. Sem entrada em bolsa e sem acionistas externos a ditar o produto.
Porque criámos o Gaydar
As apps que tínhamos deixaram de funcionar para nós. A experiência ficou mais barulhenta com anúncios, menos fiável e mais fraca no que importa a sério: perfis reais, segurança real e confiança real de que a pessoa do outro lado é quem diz ser.
Por isso criámos uma grelha que entende todo o espetro da identidade, mensagens que respeitam as línguas que falamos e uma postura de privacidade que não começa com «passa a Pro». Verificação por telemóvel, selfies verificadas, mensagens encriptadas e controlos de segurança estão em todas as contas desde o primeiro dia, sem paywall.
E como somos uma empresa privada dentro da comunidade LGBTQ+, não respondemos a um conselho de administração nem a acionistas externos. O Gaydar foi feito para dar vantagem à comunidade, não para tirar vantagem dela.